DeepSensi™

GERN  ·  Rede Global de Resposta a Emergências

Veja o surto
antes que ele tenha um nome.

Cada visita à clínica já produz o sinal epidemiológico mais valioso da Terra: a nota do médico. O GERN transforma essas notas, desidentificadas na origem, no radar epidêmico exclusivo da DeepSensi: clusters de doenças surgem semanas antes dos painéis oficiais, através de fronteiras, com zero dados pessoais deixando o prédio. Aberto e livre de royalties para a saúde pública.

Semanas
à frente dos painéis oficiais
Zero
dados pessoais deixando o prédio
Livre de royalties
para órgãos de saúde pública
Sem fronteiras
os sinais cruzam jurisdições; os dados não

Como funciona

Da papelada ao radar.

01

Um médico escreve uma nota comum

A documentação ambiente acontece de qualquer maneira, durante o atendimento. O GERN não adiciona trabalho, nem formulários, nem fardo de relatórios.

02

A nota torna-se um sinal

A desidentificação ocorre na origem, no dispositivo local. Apenas padrões sindrômicos anônimos saem; o paciente nunca sai.

03

Clusters surgem no mapa

Anomalias no tempo e no espaço são sinalizadas às autoridades de saúde pública com semanas de antecedência, auditáveis de ponta a ponta, através das fronteiras.

Modo de campo

Construído para os lugares que os painéis esquecem.

O GERN continua rastreando quando a rede não o faz: conexões via satélite degradadas, operação offline, hardware de commodities. De clínicas remotas a campos de refugiados e implantações com o cabo cortado, o radar é o atendimento que você já fornece.

A quem serve

Um radar, quatro tipos de vigias.

Ministérios da saúde
Aviso prévio soberano sobre a infraestrutura nacional, isolado (air-gapped) quando necessário.
OMS e ONGs
Consciência situacional transfronteiriça, livre de royalties, privado por arquitetura.
Defesa e proteção civil
Biovigilância que opera de forma totalmente offline e responde à auditoria.
Hospitais e clínicas
Nenhum trabalho novo: o sensor é a documentação que seus médicos já produzem.
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